Sindiquimica Duque de Caxias


EMPRESAS

Nitriflex

Arlanxeo

Braskem


SINDIQUIMICA

Diretoria 2018/2021

Galeria de Fotos

Sindicalize-se

Estatuto

Quem Somos

Convênios

2ª Via Boleto do Plano de Saúde

Jurídico


BLOG SINDIQUIMICA

botão do blog sindiquimica


FALE CONOSCO

Zé Batelada


(21) 98440-2204
Apenas Mensagens!

Últimas Notícias


 

 

Petroquímicos de Caxias aprovam a pauta de reivindicações:

 

  • REPOSIÇÃO INTEGRAL DA INFLAÇÃO DO PERIODO.

 

  • REAJUSTE SEM ESCALONAMENTO

 

  • CESTA BÁSICA

 

  • MANUTENÇÃO DAS CLAUSULAS SOCIAIS DO ACORDO ANTERIOR

 

  • MANUTENÇÃO DO PATROCÍONIO DOS ATUAIS PLANOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

 

 

Com a presença de mais de 100 interessados, foi aprovada a pauta de reivindicações para as empresas; NITRIFLEX S. A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO, ARLANXEO BRASIL S. A., e  BRASKEM S.A. Sendo assim o Sindiquimica estará protocolando nas empresas a partir desta quinta-feira, as reivindicações dos trabalhadores petroquímicos, para iniciar as negociações salariais e sociais para a segunda quinzena deste mês.



ARLANXEO                                           





Da intenção da Arlanxeo em transferir a administração do Plano Petros para o Brasdesco

 

O Sindiquimica Caxias solicitou através de oficio, uma reunião com os Conselho Deliberativo da Petros, para tratar da intenção da Arlanxeo em transferir a administração do Plano de Previdência Complementar da antiga Petroflex, para o Bradesco MultiPensions:

 

Ao Conselho Deliberativo da Fundação Petrobrás de Seguridade Social - PETROS.

 

A Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Petroquímica de Duque de Caxias - SINDIQUIMICA/Caxias, através de seu representante legal, abaixo assinado, vêm, por este instrumento solicitar, com maior urgência possível, reunião com os membros desse C. D., para tratar do processo de Transferência da Gestão do Plano PETROS/Lanxess (Arlanxeo) para o MultiPensions Bradesco, pelos fatos a seguir:

 

 

 

Continue Lendo Aqui




 

OFICIO PARA A PROCURADORIA GERAL E PARA A PREVIC.

Sindicato também solicitou através de oficio, ao Procurador-Chefe da Procuradoria Federal ao Diretor-Superintendente Substituto da Previc esclarecimento sobre a possibilidade ou tentativa de transferência de gestão do nosso Plano PETROS/PETROFLEX IND

Solicitamos as V.S.ª uma orientação quanto aos direitos dos mantenedores de planos de previdência privada no país em razão da tentativa de transferência de gestão do nosso Plano PETROS/PETROFLEX IND. COM. S.A (hoje Arlanxeo Brasil) – Fundação sem fins lucrativos - para uma instituição financeira – com fins lucrativos.

 Continue Lendo Aqui


Nitriflex demite trabalhador que a Justiça do Trabalho determinou reintegrar!!

A empresa pretende rescindir o Contrato de Trabalho do operador de processo, que foi submetido a  algumas cirurgias de coluna nos últimos anos, e que recebeu alta da Previdência Social, no mês passado, ocorre que o empregado tem, em tramitação, o processo Trabalhista que contesta a demissão deste mesmo empregado, ocorrida em 2012; cuja Sentença determina a reintegração do trabalhador ao emprego e restabelecimento do Plano de Saúde e ainda, reconheceu, após Laudo Pericial, que patologia que acometeu o trabalhador decorreu das condições em que mesmo laborava, sendo, pois, estabelecido o nexo causal e reconhecido a doença como laboral.

Desta sentença , a Nitriflex interpôs Recurso Ordinário para o Tribunal Regional do Trabalho, que, após analisar o recurso, negou-lhe Provimento, inclusive o Recurso de Revista por considera-lo incabível.

 

Agora, esgotados os recursos em 2º Grau, a empresa interpõe Agravo de Instrumento em Recurso de Revista que se encontra no TRT em fase de digitalização para seguir para a última Instância do Judiciário Trabalhista.

 

Ocorre que as decisões de 1º Grau, reintegrado o empregado, restabelecendo o seu plano de saúde e reconhecendo a sua incapacidade laborativa como Doença Profissional, não foram revogadas por instâncias superiores da Justiça do Trabalho. Sendo assim, permanecem em vigor e as duas primeiras determinações judiciais, e mesmo que isto não procedesse, há que se respeitar o disposto na Lei 8.213/91, artigo 118; O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-acidente.

 


 

Observatório Social
Industriall
DIEESE
CNQ
DGB
Meu Salário

 

 


Rua Tuiuti - 173 - Bairro 25 de Agosto - CEP 25070-390 - Duque de Caxias - Rio de Janeiro

(021) 2671-4422 /2671-2504

(Formatação: Diego G. Farias - 021 -98440-2184)